Aperto no peito.
Lágrima à espreita, ao canto do olho.
Sinto-me mal. Doi-me o corpo.
Pior, sinto um desconforto na alma.
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"Se eu própria me bastasse, fugiria para sempre. Do teu corpo, das mãos quentes. Mas sou frágil como um grão de neve. Derreto-me com leves sussurros e a ternura estonteia-me. Sofro de constante abstinência de amor..." Pedro Paixão
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